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Tombamento de Carros Antigos é Questionado por Colecionadores

Tombamento de Carros Antigos é Questionado por Colecionadores

Inicialmente voltada a registrar automóveis com reconhecido valor histórico, por terem pertencido ou servido a presidentes da República, governadores, parlamentares e outras figuras reconhecidas do país, por pressão de antigomobilistas radicais o tombamento poderá ser estendido a veículos com histórico menos nobre.

Carros com mais de 50 anos estão enquadrados - A última versão do decreto de tombamento, a ser submetida ao conselho do DPH, prevê o cadastramento como “veículos de interesse histórico” os carros nacionais das décadas de 1950 e 60 que mantiverem suas características originais. Isto incluiria automaticamente todos os veículos que portam placas pretas, pois para obtê-las eles passam por uma inspeção de originalidade mas, em tese, pode abarcar milhares de carros que não foram submetidos a esse processo.

O que está incomodando os proprietários desses carros é que, pelo decreto, terão que submetê-los a inspeções anuais, além de não poderem fazer quaisquer modificações sem a anuência do DPH. “Se eu achar um acessório de época e quiser instalá-lo no meu Fusca, vou precisar pedir licença a um burocrata”, reclama Joel Silverman, proprietário de cerca de vinte carros antigos, a maioria deles nacionais.

Exposição obrigatória - O colecionador e historiador José Roberto Neves, de Brasília, levanta dúvidas sobre a capacitação do DPH para definir a autenticidade dos veículos. “Existe pouca documentação das fábricas e modelos de pequena produção, como os fora de série de fibra das décadas de 1970 e 80 são muito difíceis de avaliar tecnicamente. Não sei como isso será feito”, questiona.

Outro ponto que preocupa muitos colecionadores e proprietários é a obrigatoriedade de exposição dos veículos. A minuta a ser aprovada prevê que, pelo menos uma vez por ano, os carros tombados tenham que ser expostos ao público, a menos que as coleções a que pertençam sejam abertas à visitação. “Isto é um absurdo”, reclama Odir Ponozzi, dono de uma coleção de mais de 150 veículos, que guarda em uma chácara numa cidade da Grande São Paulo. “Receber visitantes teria um alto custo, precisaria contratar seguranças, guias e tudo mais. E a maioria dos meus carros está sobre cavaletes, para colocá-los em condições de rodar e participar de encontros preciso de pelo menos uma semana, pois só tenho um mecânico para cuidar deles”, alega o colecionador.

Por outro lado, empresário Sérgio Belvedere, dono de uma flamante perua DKW Vemaguete 1958 acha que a medida é positiva. “Os carros tombados serão valorizados, receberão um certificado oficial”, considera. Ele acha que a burocracia envolvida no caso de transferência e a obrigatoriedade de conservar o veículo em boas condições não irão incomodar quem possui carros como o seu. “Eu já cuido bem dela”, afirma. “Além disso, não penso em vender minha paixão”.

Publicado em: 2/4/2012
Fonte: Autoestrada.com.br

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