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Packard Town Car: o primeiro com ar-condicionado

Packard Town Car: o primeiro com ar-condicionado

O primeiro automóvel com ar condicionado do mundo foi lançado pela extinta Packard Motor Car Company, em 1939, como acessório do modelo Town Car.

Naquela época, carro era coisa de gente muito rica e só o fato de ter o próprio automóvel já era símbolo de status. O primeiro veículo “com ar” chegou ao mercado com bastante discrição. Afinal, o preço do acessório era bastante alto, e custava na época US$ 234, cerca de 30% do valor de um automóvel mais simples.

O funcionamento era praticamente igual ao sistema de hoje, com um compressor ligado ao motor do carro, e dutos de cobre que levavam o ar refrigerado ao interior. No caso do Packard Town Car, que era divido em dois compartimentos, só a parte traseira, onde viajavam os passageiros, tinha temperatura agradável.

Packard Town CarA marca Packard explorou muito bem o pioneirismo e veiculava campanhas nas revistas da época como a Outdoor Life, que dizia: “Esqueça o calor deste verão no único carro com ar condicionado em todo o mundo”.

A imprensa também cobriu o lançamento com entusiasmo. No texto, os jornalistas se preocupavam em explicar o funcionamento do sistema, que era um luxo até mesmo nos escritórios e residências: “Desde que as janelas estejam fechadas, todo o ruído ficará restrito ao exterior. (...) Também é reduzida a possibilidade de intoxicação com monóxido de carbono. (...) Os fabricantes esperam tornar o ar refrigerado comum nos carros do futuro”.

Após 1930, a marca Packard que era conhecida por construir somente carros de alto luxo em escala quase artesanal, destinou boa parte da sua produção para fabricar veículos mais simples como o modelo 120. O novo carro ajudou a marca a modernizar sua linha de produção.

Em 1936, a marca voltou ao mercado de luxo com modelos mais modernos, como era o caso do Town Car, líder entre os carros top de linha da época. Produzido em Detroit, no estado de Michigan, chegava a custar até US$ 5.000,00, dependendo da versão escolhida.

Equipado com o motor Super Eight, 4,6 litros, de oito cilindros em linha, desenvolvia 135 cv a 3200 rpm.

Seu desenho opulento e exagerado traduzia o status que seus ocupantes queriam ter. O carro era um monstro de quase seis metros de comprimento e sua construção privilegiava o conforto dos passageiros, com a cabine separada dos bancos dianteiros, onde devia ficar o motorista.

Mas a exclusividade do ar condicionado durou pouco, já que os modelos da Cadillac passariam a oferecer o acessório em seus veículos logo a seguir. Após a II Guerra Mundial, ter ar condicionado era o desejo de todos os endinheirados que possuíam um automóvel.

Na década de 1950, o ar refrigerado já era oferecido como opcional na maioria dos veículos médios e de luxo e em 1969, 50% dos automóveis produzidos nos Estados Unidos já estavam equipados com este importante item de conforto. Hoje em dia se trata de um item padrão para todos os veículos.

No Brasil, país tropical, o primeiro carro a oferecer ar condicionado foi o Willys Itamaraty, em 1966. Devido ao elevado preço (a partir de R$ 2,5 mil em carros populares com motor 1.0), é um item de conforto presente em poucos carros nacionais, até hoje.

Publicado em: 28/12/2011
Fonte: Webmotors.com.br

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