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A Saga Silver Arrow da Mercedes

A Saga Silver Arrow da Mercedes

A cor prata hoje é vista como a cor oficial da Mercedes. É uma herança vinda dos “Silver Arrows” (flechas de prata), que fizeram história nos anos 30, quando tudo começou por acaso...


A história começa em 1934, quando o regulamento desportivo das corridas de Gran Prix passou a impor aos monolugares um peso máximo de 750 kg. A Mercedes criou o W25, equipado com um motor turbo de oito cilindros em linha, com 340 cv de potência, que chegava aos 280 km/h.

A apresentação esteve marcada para a prova agendada para o circuito de AVUS, em Maio de 1934, mas problemas técnicos impediram os W25 de participarem, e a estreia adiada para a prova de Nurbürgring, disputada no grande circuito das montanhas de Eifel.

Na sua segunda saída das oficinas, novos problemas de última hora quase impediram a presença dos monolugares da Mercedes na corrida: durante as verificações técnicas, os W25 acusaram mais de 1 Kg do permitido, apesar de a equipe ter tentado de tudo para  “emagrece-los”, retirando o estofamento do banco do condutor e furos na carroceria.


Durante a noite, pintura foi retirada e a carroceria polida à lixa.
    
 
A Saga Silver Arrow da MercedesFoi quando Alfred Neubauer, o carismático diretor da equipe, tomou uma medida radical: durante a noite, mandou remover a pintura branca, cor oficial do Automóvel Clube da Alemanha, e lixar a carroceria, e na manhã seguinte se apresentou com a chapa brilhante.

Quando o W25 voltou à balança, pesava os 750 kg regulamentares: alinhou à partida e Manfred von Brau­ch­itsch garantiu a vitória. “Acreditem-me, ninguém pode esquecer uma experiência como aquela. Quando estávamos para ficar de fora da nossa primeira grande corrida – e era isso que a prova em Eifel representava para mim –, conseguimos aquela grande vitória”, recordou, anos mais tarde, o piloto alemão, que esteve na origem da saga dos “Silver Arrows”.

A partir daí, a equipa liderada por Alfred Neubauer deixou de lado a pintura branca que identificava a Alemanha nas pistase passoua colecionar vitórias com pilotos como Brauchitsch, Rudolf Caracciola, Luigi Fagioli, Hans Geier e Hernest Henne. Em 1935, uma versão evoluída, e mais potente, do W25 venceu nove das onze corridas de Gran Prix em que participou, o que permitiu a Rudolf Caracciola ganhar o Campeonato da Europa desse ano, na época o que seria hoje do Campeonato Mundial de Fórmula 1.

Publicado em: 28/5/2011
Fonte: Automotor.xl.pt

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